segunda-feira, 28 de novembro de 2011
As Experiências Proféticas, Parte 1
Semana 24, 2011 - Rick Joyner
Temos a tendência de pensar nas IMPRESSÕES como a forma mais rasa de revelação profética, mas isso não significa que elas não sejam importantes e uma fonte de revelação importante. Ter uma impressão é geralmente saber alguma coisa sem saber como você sabe isso. Podem ser suaves ou fortes, mas ainda assim elas são ambíguas, raramente claras ou específicas.
Por exemplo, quando você está perto de uma pessoa, pode sentir tristeza. Talvez você comece a sentir que a pessoa está sentindo isso, mas não saiba por quê. Nesse caso, você pode pedir ao Senhor para mostrar mais ou ser mais específico, mas é possível que Ele já tenha mostrado a você tudo que você precisava. Lembre-se, o Senhor não se importa com o fato de as pessoas se impressionarem com nossas habilidades proféticas tanto quanto deseja que Seu povo seja ministrado. Apenas um pouco de compaixão e compreensão pode ser tudo que essa pessoa necessita para descansar do que a perturba.
Aqueles que buscam se tornar mais sensíveis em captar essas impressões podem ser usados poderosamente por Deus. Nós às vezes pensamos que quase todos podem captar esse tipo de sinal dos outros ou das situações, e talvez seja verdade. Quando o apóstolo escreveu “Todos podereis profetizar” (I Co. 14:31), ele parecia estar sugerindo que a sensibilidade profética está disponível para qualquer um. Não estou dizendo que seja isso; porém, às vezes, tenho pensado que esse é um dom que Deus deu a todas as pessoas, mas que só algumas desenvolveram e essas o fazem em diferentes níveis. Isso é diferente do ofício do profeta, que tem um chamado específico do Senhor e recebe mensagens específicas.
Tenho pensado também que aqueles que se importam o suficiente com o desenvolvimento dessa sensibilidade, e que usam isso por amor a outros, geralmente, recebem mais de Deus. Ainda assim, uma das coisas que podem nos inibir de receber mais revelação ou em níveis mais altos pode ser a tendência de dizer: “Assim diz o Senhor” para coisas sobre as quais temos apenas uma impressão geral. Mesmo esse termo, “Assim diz o Senhor”, só foi usado nos tempos do Antigo Testamento porque qualquer ídolo ou falso deus tinha profetas que supostamente falavam por ele, e assim os que falavam por Jeová tinham que distinguir por quem falavam eles. Felizmente, isso não é necessário nas rodas das nossas igrejas, mas pode ser se estivermos ministrando nas ruas.
Mesmo quando eu era um jovem cristão, sentia que esse termo, “Assim diz o Senhor”, era quase sempre usado mais para embelezar os pronunciamentos ou sentimentos que as pessoas tinham. É muito sério dizermos que estamos entregando uma mensagem do Senhor. Não devemos ser tão enfáticos sem recebermos a mensagem num nível tão alto que não tenhamos dúvida de que veio dEle. Você não pode ter esse tipo de garantia com qualquer coisa que recebeu apenas por uma impressão.
Impressões podem ser bem reais e vindas do Senhor, mas estão também num nível em que podem facilmente ser influenciadas por nossos próprios sentimentos, deduções ou presunções. Portanto, creio que qualquer coisa recebida nesse nível deve ser introduzida por “eu acho”, “eu sinto” ou “tenho a impressão” ao invés de “assim diz o Senhor”.
Pense nisso. Se você fosse um rei, deixaria uma pessoa representá-lo se ela acrescentasse seus próprios sentimentos e pensamentos a uma situação e dissesse que essa mensagem veio de você? Se eu fosse um rei e descobrisse que alguém estivesse fazendo isso, hesitaria em confiar a essa pessoa mensagens ou atribuições importantes. Pode ser por isso que muitos nunca crescem numa autoridade profética que vá além dessa.
Integridade é algo crítico quando se trata de profecia. Não há nada mais valioso que uma mensagem de Deus, e precisamos tratar isso dessa forma. Não acrescente e nem retire nada. Nós não queremos especialmente acrescentar nossas opiniões. Se nos mostrarmos confiáveis com as impressões, então provavelmente receberemos mais. Contudo, em qualquer nível, uma das principais pedras de tropeço para quem profetiza é começar a sentir que porque o Senhor nos usou para dar uma mensagem, isso provavelmente se deve ao fato de pensarmos como ele, então nossas opiniões são as mesmas dEle. Essa é uma arrogância terrível e potencialmente destrutiva.
Se temos uma impressão, vamos compartilhá-la como tal, sem ser específicos, mas como quem é confiável e está aberto também ser ensinado. Não fique surpreso ou desencorajado se você sentir algo forte que se mostre depois errado. Apenas tente aprender a partir dessa experiência. Comece a praticar. Tente captar coisas relacionadas às pessoas e às situações e teste o que captar. É tão importante quanto saber quando não está captando nada. Se tiver uma impressão forte, você pode compartilhá-la com um pouco mais de confiança, mas ainda é uma impressão, não uma revelação específica.
Você não pode trilhar nenhuma jornada sem dar o primeiro passo. Tornar-se sensível às impressões e aprender a distingui-las dos nossos próprios sentimentos é o primeiro passo para crescer nos dons proféticos. Determine que você quer uma base sólida para seu chamado e dons, e não despreze os pequenos começos, mas decida-se a fazer o melhor que você puder como um mordomo de seja lá o que for confiado a você.
domingo, 23 de janeiro de 2011
Bem-aventurados os pobres de espírito
Por que algumas pessoas podem querer abandonar resoluções de Ano Novo, o mais rapidamente possível.
Por Mark Galli* em 6 de janeiro de 2011
Eu sei que o Novo Testamento está repleto de admoestações para que você se “empenhe” e “faça grande esforço” para ser um discípulo fiel de Jesus. Uma das expressões favoritas de Paulo nestas linhas é uma metáfora do ato de se vestir: “se vestir do novo” (Col. 3:10), “se revestir do Senhor Jesus Cristo” (Rom. 13:14), e “se vestir de toda armadura de Deus” (Ef. 6:11), para citar algumas passagens em que ele usa esta expressão. Ele também relaciona esta metáfora às virtudes: Nós temos que vestir "a couraça da justiça" (Ef. 6:14), "revestir o coração de... compaixão, bondade, mansidão, humildade e paciência" (Col. 3:12), e acima de tudo temos que "nos revestir de amor"(Col. 3:14).
O que Paulo não explica é como exatamente alguém pode “se vestir” destas virtudes. A resposta é mais misteriosa do que poderíamos pensar.
Durante um culto de oração na noite de Ano Novo, um amigo meu descreveu sua caminhada espiritual no ano que se passou. Ele lamentou que seus planos de se tornar mais regular e disciplinado em oração e estudo da Bíblia não tivessem chegado a lugar nenhum. Ainda assim, ele disse que achava que tinha crescido mais que nunca espiritualmente.
É exatamente assim que a vida espiritual funciona para mim. Quanto mais eu me esforço para ser um “bom cristão” – orando mais, sendo mais paciente, generoso e por aí vai – mais eu me acho ansioso, irritado, culpado, ressentido e hipócrita. Quando eu simplesmente aceito que sou um pecador, realmente, acho que oro mais, sou mais paciente, mais generoso, mais humilde e amo mais.
Esta é a realidade paradoxal que tem sido explorada pelos Alcoólicos Anônimos com eficácia há décadas. Quanto mais uma alcoólatra tenta controlar seu vício, mais ela está propensa a beber. Mas, no momento que ela admite que não tem controle sobre o álcool, aí sim pode ganhar alguma liberdade – enquanto ela continua a se identificar assim: “Oi, eu sou Ana, e sou uma alcoólatra.”
Somos constantemente tentados – pelo menos eu sou tentado assim – a controlar nossos anseios pelo pecado e a nos empenharmos para ser o que não somos: santos. Sim, eu entendo que em Cristo podemos de fato ser chamados assim. Alguns dizem que isto se relaciona ao que é imputado a nós – agora somos tratados por Deus como se fossemos justos, estamos justificados. Outros enfatizam a esperança: recebemos a promessa de um Deus fiel de que no fim Cristo nos transformará. De qualquer forma, pensando sobre isso teologicamente, continua sendo um paradoxo que muitos não façam nenhum progresso espiritual até que entendam a si mesmo por seu fracasso: “Oi, sou Marcos, e sou um pecador.”
Jesus coloca isso desta forma: “Bem-aventurados os pobres de espírito porque deles é o Reino dos Céus.”
Em termos práticos, isso significa desistir de qualquer esforço para fazer de si mesmo alguma coisa (o que se relaciona perfeitamente com o fato de que Deus é quem fez todo o necessário para fazer algo de nós – voltamos a isso mais uma vez). Isto quer dizer, por sua vez, que pode ser interessante abandonar resoluções para se tornar melhor nisso ou naquilo.
É compreensível o medo de alguns: “Eu mal consigo viver uma vida decente tentando. Se eu desistir, não vou cair num lamaçal de imoralidade?” Ou “Se eu não tenho alcançado muitos objetivos, não vou então estagnar?”
É sempre uma possibilidade, claro. Nós seres humanos temos uma mania de transformar verdades profundas em justificativas para todo tipo de comportamento. Mas então temos pessoas como Jesus nos dizendo que o caminho do Reino dos Céus – a vida completamente realizada em Deus – passa pela estrada da pobreza espiritual.
Acrescente a isto a experiência de muitos: que somente abandonando o esforço moral puderam realmente fazer algum progresso em suas vidas. Isto tem a ver de certa forma, novamente, com a perversidade da natureza humana, que instintivamente se rebela contra qualquer autoridade externa, até a ética autoridade de Jesus! Enquanto parte de nós anseia por viver moralmente (isto é, frutificando, amando), outra parte de nós sabota o desejo quando tentamos realizá-lo.
Isto também tem a ver com o que capacita as pessoas a fazerem exatamente aquilo que não conseguem quando se esforçam: a liberdade. Você não pode desfrutar da liberdade se sente que tem que fazer isso e aquilo para ser bom. Isso não é liberdade, é opressão. Somente quando você perceber que não tem que fazer ou ser alguma coisa, poderá conhecer a liberdade, e só quando conhecer a liberdade poderá realmente escolher o que é bom.
Por meio de Cristo, Deus nos diz que não temos mais que fazer ou ser alguma coisa. Porque Deus amou o mundo. Somos o objeto do favor de Deus exatamente como somos. Não podemos acrescentar nada a esta realidade nem tirar disto alguma coisa. De nada vale tentar fazer ou ser alguma coisa, a não ser um pecador. (Uma razão libertadora para isso é que já somos muito bons nisso!)
O que acontece, no entanto, quando vivemos como se fossemos fracassos morais, quando nos recusamos a ser ansiosos e culpados e andar envergonhados por nosso comportamento, e simplesmente reconhecemos quão pobres espiritualmente nós somos? Para muitos, funciona assim: Pela primeira vez são capazes de fazer uma pergunta simples, mas crucial: “O que eu quero fazer?” Fazer o bem ou evitar o mal não muda nada no universo, e certamente nada no nosso relacionamento com Deus. Esta discussão está fora de questão. Nós somos amados quando fazemos o certo ou não. Somos amados quando pecamos ou não. A única coisa que pode determinar nosso comportamento é “O que eu quero?” “Como eu quero viver?” “Que tipo de pessoa quero ser?”
Modificando o que disse o filósofo Agostinho, uma vez que nos encontramos em estado de amor transcendente – conhecendo o amor de Deus e cheios de gratidão em retorno – realmente podemos fazer o quisermos. E a grande surpresa é essa: exatamente aquilo que temos nos esforçado para ser, aquilo que nos sentimos pressionados a fazer ou a ser, é agora o objeto do nosso desejo. Não porque temos que fazer para atender a um padrão religioso, ser um bom cristão, nos aceitarmos, sermos úteis para a humanidade, ou justificar nossa existência. Não, quando realmente tivermos a liberdade de fazer o que queremos, vamos descobrir que queremos fazer e ser o que o Deus de amor quer que façamos e sejamos. Resumindo, o Reino de Deus será nosso!
Isto não quer dizer que magicamente estaremos aptos a fazer o que queremos com facilidade, que não falharemos, e não teremos que ser conscientes e cautelosos em nossos esforços para seguir a Cristo. Dificilmente. Quando Paulo diz que temos que “trabalhar” na nossa salvação, significa isto mesmo. A mente e a vontade foram criadas por Deus para que estivessem ligadas. Deus não quer robôs passivos, mas amantes dinâmicos. Eu estou simplesmente sugerindo o que muitos teólogos e diretores espirituais tem em mente quando dizem que nossos esforços morais precisam estar fundamentados na liberdade e motivados por amor. Parece um clichê espiritual, mas é uma realidade psicológica e espiritual, de fato.Isto, é claro, uma das dimensões do modo como Deus nos transforma. Como diz o velho ditado, Deus nos ama assim como estamos, mas nos ama demais para nos deixar assim. O infinito amor de Deus trabalha de diversas formas. Para ser justo, alguns realmente crescem fazendo resoluções, estabelecendo metas e se esforçando ao máximo. Mas aceitar a própria pobreza espiritual e relaxar na graça tem sido uma das maneiras mais frutificadoras para muitos outros.
Então como podemos entender a noção de Paulo de “vestir” estas várias virtudes à luz desta realidade? Eu não creio que ele nos exorta a um esforço sob pressão – que seria a maneira da lei, justamente a qual ele consistentemente condena. Vejo isto assim: Estou numa loja de roupas, olhando uma arara de casacos esportivos. Então vem um vendedor que diz: “Por que não veste este azul?” Ele tira o casaco do cabide e segura aberto para mim, para colocar meus braços nas mangas. Logo, ajeita nos meus ombros, abotoa na frente, alisa e me diz para olhar no espelho. Eu estou vestido com o casaco, mas na verdade, o vendedor o vestiu em mim. Trabalhe na sua salvação, diz Paulo, acrescentando ainda: “Porque é Deus quem opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade.”
O Vendedor se aproxima de nós todo dia: “Por que você não se reveste de amor?”, ele diz. “Aqui, deixa eu pegar para você. Só levanta os braços.”
*
Mark Galli é editor sênior da revista Christianity Today (Cristianismo Hoje) e autor de diversos livros sobre a graça de Deus.
Constantino e a Institucionalização da Igreja
Por Neil Cole* em 29 de Novembro de 2010
Recentemente, minha esposa e eu passamos alguns dias em York, na Inglaterra. Lá vimos uma estátua de Constantino erguida bem ao lado da principal catedral da área – a York Minster. Apesar de sua impressionante beleza, a catedral nos lembrou como as pessoas afastaram a igreja do propósito original.
A Igreja primitiva era orgânica e um movimento em suas primeiras centenas de anos. Mesmo levada à clandestinidade por ondas de perseguição romana, ela continuou como um movimento viral que não podia ser contido ou parado. Ainda que muitos tenham tentado destruí-la, cada tentativa a tornava ainda mais forte.
No entanto, tudo isso mudou em 313 d.C., quando o imperador Constantino declarou que o império não apenas toleraria o Cristianismo, mas restituiria à igreja todos os seus bens confiscados. Ele foi o primeiro imperador “cristão” e o Cristianismo, antes marginal, se tornou a religião do Estado, uma mudança radical. Desde então, contudo, a igreja não mudou. Nosso inimigo, o próprio Diabo, aprendeu que se não podia parar a igreja, deveria se juntar a ela e transformá-la de dentro para fora de maneira que ela fosse ineficaz e não mais ameaçadora. Com exceção de avivamentos eventuais em grupos remanescentes, pode-se dizer que ele conseguiu. E ele usou Constantino para começar este ataque maligno.
Ao longo dos séculos, depois de Constantino, a Igreja ocidental progrediu em muitos aspectos, mas nenhum representa uma mudança significativamente sistêmica. Por centenas de anos, houve poucas transformações desde o estabelecimento da Igreja Católica Romana e da Igreja Grega Ortodoxa. A Reforma dividiu a Igreja ocidental em Igreja Católica Romana e a volátil Igreja Protestante. Mas, apesar das diferenças, no âmbito institucional o sistema permaneceu praticamente intacto. Os anabatistas se separam da reforma (e foram perseguidos por ela), mas logo iriam se institucionalizar também.
Apesar das adaptações feitas para alcançar os mineradores de carvão na Inglaterra do século XVIII ou os peregrinos pós-modernos do século XXI, as mudanças são mínimas. Tradicional ou contemporânea, Pentecostal ou Presbiteriana, a igreja permanece institucional em sua abordagem. Dos batistas aos Irmãos de Plymouth, dos menonitas aos metodistas, as mudanças no sistema são praticamente insignificantes ao longo dos séculos. Com música ou sem? Órgão ou guitarra? Em catedrais com tetos altos e vitrais ou em encontros num galpão sem janelas, o atual sistema da igreja continua o mesmo.
Você tem um padre ou pastor, o culto de domingo com músicas e um sermão, a oferta semanal, o púlpito, os bancos, um edifício. Tem sido assim desde o século IV. E mesmo se você mover todo o show de um prédio para uma casa, se o sistema não mudou, o que você fez foi apenas encolher a Igreja, não transformá-la. Mudar o estilo de música não melhora o sistema. Apagar as luzes e aumentar o volume é um simples remendo no mesmo velho sistema. Corais e hinos ou bandas de louvor e máquina de fumaça, de joelhos ou de pé, o sistema muda muito pouco. Pregar mensagens tópicas ou expositivas não é mudar o sistema, trata-se apenas de mínimos ajustes. Escolas bíblicas dominicais ou células como ambientes secundários de aprendizado não representam nenhuma mudança sistêmica, só uma variação do mesmo velho sistema operacional.
Hoje, próximo ao local onde ele foi nomeado imperador está uma estátua sua ao lado de uma grande catedral, o que acho tremendamente simbólico. Constantino transformou a Igreja numa instituição e ela permanece neste estado por 1700 anos. Hoje, há uma homenagem a ele perto de um monumento institucional que expressa exatamente o que a igreja é – a York Minster Cathedral. Hoje nós estamos testemunhando uma rápida transição de volta a uma expressão orgânica e viral de eclesiologia.Devemos lembrar de Constantino para não cometer o mesmo erro. Precisamos acordar, mais uma vez, para a verdadeira natureza e expressão do corpo de Cristo, que não é um prédio, um programa, um evento ou uma organização, mas é sim uma família espiritual com um chamado e uma missão a ser cumprida em conjunto. Precisamos, mais uma vez, perceber que a forma da Igreja não é o problema, mas a maneira como nos relacionamos - com Deus, uns com os outros e com o mundo.
Neil Cole é editor do blog Cole Slaw e idealizador da Associação para Multplicação de Igrejas (Church Multiplication Associates - CMA), uma rede informal de comunidade em busca de uma expressão orgânica de Igreja, isto é, com um foco em pessoas e não em programas, em virtude da frustração com o sistema institucional. Neil é autor de vários livros, como Igreja Orgânica e Church 3.0.